Devaneios de um poeta noturno à procura de um poema para uma serena manhã à procura de um poema para uma serena manhã
fevereiro 25, 2010 - 4:53 pm
O coração bate acelerado
E cada vez mais
As mãos pedem por você
A garganta engole a seco
O apelo.
O pedido.
O grito desesperado.
E a cabeça ferve.
O corpo flama e,
Delirante,
Vem você…
•Dor suor noturno
Inconsciente,
•Brota o orvalho fresco sereno da manhã.
1998
•No original: inconseqüente
•No original: como orvalho fresco e sereno da manhã

maio 3rd, 2010 at 15:18
Cris, tudo bom? Lembra de mim?
Finalmente, entrei no seu blog, ainda não li tudo, mas pretendo ler. Entretanto, estou aqui com o simples intuito de lhe entregar uma palavra:
GRATIDÃO.
Estou morando em Maringá, fazendo faculdade de Letras na UEM, e estou vendo coisas que você já havia me mostrado. Agradeço de corpo e alma (clichê, porém, verdade) pelo trabalho que você iniciou dentro de mim, que está se desvelando agora.
Espero que mantenhamos contato.
Com carinho,
Luana Vilk.
maio 18th, 2010 at 14:38
Mas olha, que ironia não?! Finalmente, pude entender sua frase: ” Não meta a carruagem na frente dos burros!”.
Não estou mais cursando a faculdade, não pelo curso, mas sim pelo lugar. Creio que, certas epifanias ocorrem em momentos ligeiros, súbitos! Por isso, devemos AGARRÁ-LAS.
Gostaria MUITO de pagar um café pra você, poder olhar nos seus olhos, agradecer e conversar, sem aquela barreira de tempo e intimidade.
maio 23rd, 2010 at 13:34
bem… obrigada pelos posts, e que bom que entendeu algumas coisas. O café pode ficar pras férias?
Um abraço, Cris